Orientação & Acompanhamento Para Pais e Mães.

Quando procura ?
A Orientação & Acompanhamento para Pais e Mães são indicadas para os mesmos quando estejam vivenciando dificuldades com a rotina de comportamentos inadequados dos filhos, como birras, desobediência, mentiras, comportamento desafiador, falta de limites, agressividade, provocações, dificuldades escolar entre outros tipos de comportamentos indesejáveis. Os Pais e Mães podem procurar a Orientação & Acompanhamento especializado conosco para remediar um problema apresentado pelo seu filho, prevenir possíveis comportamentos disfuncionais e promover saúde emocional e desenvolvimento dos filhos(as).
Qual a finalidade da orientação & acompanhamento?
Excelência no relacionamento com o filho, melhorar os comportamentos-dificuldades dos filhos, promover relacionamentos saudáveis entre a tríade Pai, Mãe e filho(a), conduzir os responsáveis com práticas educativas prazerosas e com resultados, desenvolver habilidades sociais educativas dos Pais e Mães, entre outras queixas específicas apresentadas que trabalhamos de forma personalizada para cada família e com total sigilo.

Saiba mais.

21 98645-4152

Agenda 2019 aberta.

Com a grande procura pelos nossos eventos em Escolas e Empresas em 2018, estamos abrindo nossa agenda de eventos para 2019.

Se você tem interesse em eventos focados em emoções e desenvolvimento humano entre em contato com nossa equipe.
WhatsApp: 21 98645-4152
E-mail: cursos@acegonhachegou.com.br

“Podemos mudar o mundo, começando pela gestação”.
Aline Divina

Evento Gratuito – Como não errar com os filhos

Neste evento estaremos abordando temas para casais grávidos(gestantes), pais e mães.

Quem nunca sentiu medo de errar com os filhos na educação, cuidados ou em outros pontos na vida dos pequenos?

Venha participar do nosso evento, no Norte Shopping, este é o momento para você que deseja não errar com seus filhos e sim formar um ser confiante, autônomo e feliz.

Faça parte dos pais que criam um futuro melhor.

Ingressos Gratuito – breve link de inscrição.

>>>>Perfil das professoras>>>>>
O evento conta com corpo docente multidisciplinar formado por professoras, que atuam com gestantes e a primeira infância, educadoras perinatal e parental, diretora da A Cegonha Chegou, escritoras acerca das emoções maternas e suas influências na formação do ser humano. Abordando neste evento os mais diversos temas relacionados a base inicial da formação e como acontece desenvolvimento do ser humano, e como os pais e mães podem auxiliar seus filhos sem cometer erros com os pequenos, você irá trocar conhecimento com Aline Divina e Angela Machado e construirá ao final do evento meios para não errar com seus filhos.

Evento Gratuito – Como não errar com os filhos

Neste evento estaremos abordando temas para casais grávidos(gestantes), pais e mães.

Quem nunca sentiu medo de errar com os filhos na educação, cuidados ou em outros pontos na vida dos pequenos?

Venha participar do nosso evento, no Norte Shopping, este é o momento para você que deseja não errar com seus filhos e sim formar um ser confiante, autônomo e feliz.

Faça parte dos pais que criam um futuro melhor.

Ingressos Gratuito – breve link de inscrição.

>>>>Perfil das professoras>>>>>
O evento conta com corpo docente multidisciplinar formado por professoras, que atuam com gestantes e a primeira infância, educadoras perinatal e parental, diretora da A Cegonha Chegou, escritoras acerca das emoções maternas e suas influências na formação do ser humano. Abordando neste evento os mais diversos temas relacionados a base inicial da formação e como acontece desenvolvimento do ser humano, e como os pais e mães podem auxiliar seus filhos sem cometer erros com os pequenos, você irá trocar conhecimento com Aline Divina e Angela Machado e construirá ao final do evento meios para não errar com seus filhos.
https://www.facebook.com/events/302164567201942/?ti=cl

Abuso de Pais – Você pode estar abusando de seu filho. Veja!

“Saímos para passear, na volta encontramos duas vizinhas na calçada, Francisco e eu paramos para dar “oi”.

Elas puxam conversa, blá blá blá para lá, blá blá blá para cá, e um pedido de abraço para cá, um pedido de beijo para lá, ambos negados, e uma delas solta o primeiro rótulo:

– Ele é tímido né?

– Quando entrar na escola melhora! – Completa a outra como se a postura do Francisco fosse algo ruim.

Respondo:

– A sua netinha tem a idade dele e vai para a escolinha desde bebê não é? E também não gosta de se aproximar muito de estranhos! De modo geral crianças não gostam de intimidade com pessoas estranhas, e isso na verdade é muito bom.

– Ahhh, mas nós não somos estranhas!

– Dona Fulana, a senhora já entrou na minha casa?

– Não.

– O Francisco e eu já entramos na sua casa?

– Não.

– Então a senhora é um estranha para ele! Na verdade, para mim também, mas eu já sou adulta, entendo melhor essas carências e imposições sociais, e se a senhora quiser um abraço meu eu dou! Se não acha que somos íntimas o bastante para me pedir um abraço, então também não é íntima o bastante para pedir um abraço para ele.”

Este tipo de situação é bastante comum, acontece sempre, certa vez, em uma lanchonete, Renato (marido) se ofereceu para beijar a atendente que insistia em pedir beijo para o Francisco, dissemos, ainda bem humorados, que se ela estava assim tão carente de um beijo, que o Renato poderia beijá-la…

Impressionante como as pessoas abusam das crianças!

ABUSO SIM!

Quando forçamos uma criança a beijar, abraçar, ser tocada por outro, CONTRA A VONTADE DELA, isso é abuso, desrespeito, agressão.

Vale, inclusive, se for por outra criança!

Vale se for por alguém da família, até mesmo se for alguém que tenha “intimidade” com a família!

Vale se a situação for a de forçar um bebê a ir no colo de outras pessoas.

A questão é que se foi forçado, foi negativo.

Na verdade, até quando a criança age assim de forma espontânea precisamos estar atentos.

Devemos tratar as crianças com respeito, com empatia, devemos ensinar que o corpo delas deve ser respeitado, que há limites que devem ser ditados PELA CRIANÇA!

Quando forçamos uma criança a beijar, abraçar ou permitir que a beijem ou abracem contra sua vontade, sob pena de ser considerada mal criada, “tímida” ou mal educada, estamos agredindo um pequeno ser que precisa ser protegido.

Quando expomos uma criança a isto, estamos passando a perigosa mensagem que criança boazinha é aquela que se permite ser tocada, que criança “boazinha” é aquela que expressa isso através do contato corporal, que a criança “boazinha”, e portanto, a aceita pelos outros, é aquela que não coloca limite sobre seu próprio corpo.

E, infelizmente, não vivemos dias em que podemos passar este tipo de mensagem para nossas crianças!

Elas não tem discernimento para saber quando o toque é aceitável e quando é criminoso.

Em um momento de nossa ausência, ela não saberá se deve impedir a investida, já que foi condicionada a permitir que lhe toquem, pois é assim que agem as crianças “boazinhas”.

Elas precisam aprender a se proteger de todo tipo de abuso, e mais do que gastarmos palavras vazias explicando para crianças pequenas sobre o mundo terrível em que vivemos atualmente, devemos apenas deixar que o instinto natural que elas possuem as proteja!

Devemos explicar conforme a idade, conforme a necessidade, e em uma linguagem adequada como as crianças podem se proteger.

Mas a proteção mais efetiva que podemos oferecer para nossas crianças é através do RESPEITO que começa dentro de casa, começa através do pai, da mãe, dos tios, dos familiares próximos.

E respeitá-las, inclusive, deste tipo de agressão aparentemente inocente e inócua, mas que não é.

E por favor, poupe-nos da compreensão deturpada, pois não estou dizendo que não devemos ensinar as regras sociais para as crianças, não estou dizendo que não devemos mostrar como podem ser cordiais e educadas.

Ensinar bons modos para as crianças é ensinar a cumprimentar, a se despedir, e isso NÃO precisa ser feito obrigando a criança a ser tocada, abraçada, beijada.

Não se trata de não ensinar bons modos ou gentileza.

Se pretendemos realmente proteger nossas crianças, nós adultos precisamos, antes de tudo, aprender a diferenciar gentileza de imposição.

Ensinar gentileza e cordialidade é DIFERENTE de forçar a criança a permitir que lhe beijem, abracem ou toquem contra a sua vontade.

Dê você os abraços e beijos que a sociedade carente e abusiva tanto necessita!

Reflita sobre quais mensagens a SUA postura está transmitindo para seus filhos!

Reflita se você está ensinando sobre respeito próprio.

Se você não os respeita, se você não os protege, como eles poderão se defender sozinhos?

Pois no fim, precisamos entender que abuso é sempre abuso, não há diferenças…

Reflita!!!!

Por Luzinete R. C. Carvalho (Psicanalista)

Equipe A Cegonha Chegou – (21) 98645 4152.

Abuso de Pais – Você pode estar abusando de seu filho. Veja!

“Saímos para passear, na volta encontramos duas vizinhas na calçada, Francisco e eu paramos para dar “oi”.

Elas puxam conversa, blá blá blá para lá, blá blá blá para cá, e um pedido de abraço para cá, um pedido de beijo para lá, ambos negados, e uma delas solta o primeiro rótulo:

– Ele é tímido né?

– Quando entrar na escola melhora! – Completa a outra como se a postura do Francisco fosse algo ruim.

Respondo:

– A sua netinha tem a idade dele e vai para a escolinha desde bebê não é? E também não gosta de se aproximar muito de estranhos! De modo geral crianças não gostam de intimidade com pessoas estranhas, e isso na verdade é muito bom.

– Ahhh, mas nós não somos estranhas!

– Dona Fulana, a senhora já entrou na minha casa?

– Não.

– O Francisco e eu já entramos na sua casa?

– Não.

– Então a senhora é um estranha para ele! Na verdade, para mim também, mas eu já sou adulta, entendo melhor essas carências e imposições sociais, e se a senhora quiser um abraço meu eu dou! Se não acha que somos íntimas o bastante para me pedir um abraço, então também não é íntima o bastante para pedir um abraço para ele.”

Este tipo de situação é bastante comum, acontece sempre, certa vez, em uma lanchonete, Renato (marido) se ofereceu para beijar a atendente que insistia em pedir beijo para o Francisco, dissemos, ainda bem humorados, que se ela estava assim tão carente de um beijo, que o Renato poderia beijá-la…

Impressionante como as pessoas abusam das crianças!

ABUSO SIM!

Quando forçamos uma criança a beijar, abraçar, ser tocada por outro, CONTRA A VONTADE DELA, isso é abuso, desrespeito, agressão.

Vale, inclusive, se for por outra criança!

Vale se for por alguém da família, até mesmo se for alguém que tenha “intimidade” com a família!

Vale se a situação for a de forçar um bebê a ir no colo de outras pessoas.

A questão é que se foi forçado, foi negativo.

Na verdade, até quando a criança age assim de forma espontânea precisamos estar atentos.

Devemos tratar as crianças com respeito, com empatia, devemos ensinar que o corpo delas deve ser respeitado, que há limites que devem ser ditados PELA CRIANÇA!

Quando forçamos uma criança a beijar, abraçar ou permitir que a beijem ou abracem contra sua vontade, sob pena de ser considerada mal criada, “tímida” ou mal educada, estamos agredindo um pequeno ser que precisa ser protegido.

Quando expomos uma criança a isto, estamos passando a perigosa mensagem que criança boazinha é aquela que se permite ser tocada, que criança “boazinha” é aquela que expressa isso através do contato corporal, que a criança “boazinha”, e portanto, a aceita pelos outros, é aquela que não coloca limite sobre seu próprio corpo.

E, infelizmente, não vivemos dias em que podemos passar este tipo de mensagem para nossas crianças!

Elas não tem discernimento para saber quando o toque é aceitável e quando é criminoso.

Em um momento de nossa ausência, ela não saberá se deve impedir a investida, já que foi condicionada a permitir que lhe toquem, pois é assim que agem as crianças “boazinhas”.

Elas precisam aprender a se proteger de todo tipo de abuso, e mais do que gastarmos palavras vazias explicando para crianças pequenas sobre o mundo terrível em que vivemos atualmente, devemos apenas deixar que o instinto natural que elas possuem as proteja!

Devemos explicar conforme a idade, conforme a necessidade, e em uma linguagem adequada como as crianças podem se proteger.

Mas a proteção mais efetiva que podemos oferecer para nossas crianças é através do RESPEITO que começa dentro de casa, começa através do pai, da mãe, dos tios, dos familiares próximos.

E respeitá-las, inclusive, deste tipo de agressão aparentemente inocente e inócua, mas que não é.

E por favor, poupe-nos da compreensão deturpada, pois não estou dizendo que não devemos ensinar as regras sociais para as crianças, não estou dizendo que não devemos mostrar como podem ser cordiais e educadas.

Ensinar bons modos para as crianças é ensinar a cumprimentar, a se despedir, e isso NÃO precisa ser feito obrigando a criança a ser tocada, abraçada, beijada.

Não se trata de não ensinar bons modos ou gentileza.

Se pretendemos realmente proteger nossas crianças, nós adultos precisamos, antes de tudo, aprender a diferenciar gentileza de imposição.

Ensinar gentileza e cordialidade é DIFERENTE de forçar a criança a permitir que lhe beijem, abracem ou toquem contra a sua vontade.

Dê você os abraços e beijos que a sociedade carente e abusiva tanto necessita!

Reflita sobre quais mensagens a SUA postura está transmitindo para seus filhos!

Reflita se você está ensinando sobre respeito próprio.

Se você não os respeita, se você não os protege, como eles poderão se defender sozinhos?

Pois no fim, precisamos entender que abuso é sempre abuso, não há diferenças…

Reflita!!!!

Por Luzinete R. C. Carvalho (Psicanalista)

Equipe A Cegonha Chegou – (21) 98645 4152.

Curso para Pais e Mães

Estudamos em ambientes institucionais uma média de 17 anos.

Mas, onde quero chegar com este número?
Bem, todos os adultos que conheço buscaram de variadas formas obterem  ‘conhecimentos’ sobre algo para atuarem profissionalmente, ter domínio da área, especializar de alguma maneira. Correto? Sim!
Este é o ponto em que eu quero chegar, nos dedicamos e estudamos para realizar algum projeto, casa, casamento, festa, carro, faculdade e outros pontos de nossas vidas . Seguimos desde a nossa infância nos preparando para fazer algo, sempre nesta lógica de processo.
Agora te pergunto, como se preparou para assumir a maior posição de sua vida?
Ser pai ou mãe, nos exige muito mais do que qualquer outra área de nossas vidas, estamos formando um futuro adulto. E para tal função não nos preocupamos em nos especializar. Já pensou sobre isso? Acredito que não.

Queremos oferecer tudo de melhor para nossos filhos, no quesito que o dinheiro alcança comprar, escolas, outros idiomas, atividades extras como balé e futebol… mas não priorizamos investimentos de nenhum modo em nós pais e mães de futuros adultos para atuar nesta função. Pois vejo a posição de pais e mães também como uma função que deveríamos nos preparar para realizá-la. Onde posso afirmar que é um grande erro de nossa parte enquanto formadores de personalidades e desenvolvimentos dos nossos filhos não nos prepararmos para desempenhar estes papéis primordiais para o ser humano em desenvolvimento.

Estes são alguns dos motivos para criar este curso para Pais e Mães – onde mesmo gestantes ou futuros pais poderá desfrutar deste magnifico momento de conhecimento e desenvolvimento de habilidade vivencial prático, onde vocês estarão descobrindo como conduzir a maternidade e paternidade em alta performance, gerando assim crianças com estrutura emocional e futuros adultos saudáveis emocionalmente.

“É mais fácil construir crianças fortes emocionalmente, do que consertar futuros adultos.”

Venha fazer parte de Pais e Mães que fazem a diferença para melhor na vida de seus filhos.
Contato para próxima turma: 21 98645-4152
email: cursos@acegonhachegou.com.br